Como fã de animação, principalmente de produções em stop-motion, O Bosque Selvagem já estava no meu radar. E depois de ter a oportunidade de conferir uma prévia do longa, a ansiedade para a estreia só aumentou.
A nova produção da LAIKA, estúdio responsável por diversos dos meus filmes favoritos como Coraline, ParaNorman e Kubo e as Cordas Mágicas, chega aos cinemas brasileiros em 29 de outubro, com distribuição da Imagem Filmes.
A história acompanha Prue McKeel, uma garota que parte para uma misteriosa floresta depois que seu irmão é levado por uma revoada de corvos. Ao seu lado está Curtis, seu amigo cauteloso, curioso e muito menos preparado para encarar uma aventura cheia de perigos. E vou te contar, se tem irmã salvadora e irmão na história isso vai prender muito nossa atenção.
E essa dinâmica entre os dois já aparece como um dos pontos mais interessantes da animação.
Visualmente, o filme entrega exatamente aquele cuidado que esperamos da LAIKA. Os cenários possuem muita textura, personalidade e uma sensação quase mágica de que cada detalhe foi pensado para fazer aquele universo parecer vivo.
Na versão brasileira, Giulia Benite dá voz a Prue McKeel, enquanto Pedro Burgarelli interpreta Curtis Mehlberg.
Sem revelar spoilers, a prévia conseguiu cumprir muito bem seu papel: apresentou o universo, os personagens e deixou aquela vontade imediata de assistir ao restante da aventura.
Como alguém apaixonada por animação, foi muito especial poder conferir um pouco no trailer antes da estreia. Existe algo no stop-motion que continua sendo fascinante, principalmente quando percebemos o trabalho artesanal por trás de cada cena.
Se o longa completo mantiver a qualidade e o charme apresentados nessa primeira impressão, O Bosque Selvagem tem tudo para ser uma das animações mais interessantes deste final de ano.
Agora vem a parte mais difícil: esperar até 29 de outubro para poder entrar de vez nessa floresta, quando o filme estreia nos cinemas nacionais.





