O Decora Games conheceu de perto o novo Monopoly Pokémon durante o Diversão Offline 2026. Veja como funciona o jogo, o que muda em relação ao Monopoly clássico e nossas primeiras impressões.
Se você cresceu comprando ruas no Monopoly e passou boa parte da infância tentando capturar todos os Pokémon no Game Boy, prepare-se: essas duas memórias acabam de se encontrar no mesmo tabuleiro.
Durante nossa cobertura do Diversão Offline 2026, o Decora Games teve a oportunidade de conhecer de perto o novo Monopoly Pokémon, uma das novidades apresentadas pela Hasbro Games no evento.
E a primeira impressão é clara: esqueça a ideia de simplesmente trocar o Banco Imobiliário por uma arte de Pikachu. Aqui a proposta é diferente.
O espírito continua sendo Monopoly, mas agora a estratégia gira em torno da captura de Pokémon, desafios e exploração, aproximando muito mais o jogo do universo criado pela franquia da Nintendo do que do tradicional mercado imobiliário.
Um Monopoly pensado para fãs de Pokémon
Logo ao bater o olho no tabuleiro já fica claro que a experiência mudou.
As tradicionais propriedades deram lugar a áreas inspiradas no universo Pokémon, enquanto fichas, cartas e componentes receberam uma identidade totalmente voltada para a franquia.
Durante nossa demonstração foi possível observar diversos elementos exclusivos.
Entre eles:
- fichas em formato de Poké Bola;
- cartas de desafio;
- marcadores especiais;
- miniaturas de Pokémon;
- áreas de captura espalhadas pelo tabuleiro.
Tudo conversa muito bem com quem acompanha Pokémon há anos.
A sensação é menos de “comprar propriedades” e mais de viver uma pequena aventura dentro da região.

Capturar Pokémon vale mais do que comprar ruas
O Monopoly tradicional sempre foi conhecido pela disputa financeira.
No Monopoly Pokémon, porém, o foco muda.
Ao longo da partida os jogadores precisam capturar Pokémon utilizando Poké Bolas distribuídas durante o jogo.
Na demonstração realizada no estande da Hasbro, vimos cartas de desafio, encontros com Pokémon e diferentes tipos de marcadores que indicam progressão durante a partida.
Entre os Pokémon presentes na versão demonstrada estavam personagens da região de Paldea, como Fuecoco e Quaxly, mostrando que o jogo utiliza criaturas das gerações mais recentes da franquia.
Essa escolha aproxima bastante o produto do público atual, sem deixar de agradar quem acompanha Pokémon desde os anos 90.
Componentes que chamam atenção
Um dos pontos mais legais da nova edição é justamente a qualidade dos componentes.
As Poké Bolas utilizadas como marcadores ficaram entre os itens que mais chamaram atenção no estande.
Visualmente elas funcionam muito bem sobre o tabuleiro e ajudam a reforçar a sensação de captura durante a partida.
Outro destaque é a miniatura utilizada durante a demonstração, que representa um Pokémon em formato tridimensional.
São pequenos detalhes que deixam o jogo mais imersivo e ajudam a transformar uma marca clássica como Monopoly em algo que realmente conversa com Pokémon.

Hasbro aposta em grandes franquias
A presença do Monopoly Pokémon também mostra uma estratégia que a Hasbro vem adotando há alguns anos.
Em vez de limitar Monopoly ao formato clássico, a empresa continua investindo em versões licenciadas capazes de conversar com públicos específicos.
Pokémon talvez seja uma das franquias que melhor se encaixam nessa ideia.
São quase trinta anos conquistando diferentes gerações de jogadores, fãs de anime, colecionadores e videogames.
Levar esse universo para um boardgame familiar parece um caminho bastante natural.
Primeiras impressões do Decora Games
Nossa demonstração foi rápida, mas suficiente para perceber uma coisa importante.
O Monopoly Pokémon não tenta reinventar completamente o jogo.
Ele pega uma base conhecida e adapta sua dinâmica para funcionar dentro da lógica da franquia.
Isso faz bastante diferença.
Quem nunca jogou Monopoly provavelmente aprenderá rápido.
Quem já conhece o clássico vai perceber as mudanças logo nos primeiros turnos.
E quem gosta de Pokémon encontra diversos detalhes que tornam a experiência mais divertida do que simplesmente trocar notas de dinheiro por artes temáticas.
É aquele tipo de jogo que parece funcionar muito bem em encontros de família, grupos de amigos e principalmente para apresentar boardgames a crianças que já conhecem Pikachu, Sprigatito, Fuecoco e companhia.
Pokémon continua mostrando sua força
Poucas franquias conseguem atravessar tantas gerações quanto Pokémon.
Videogames.
Anime.
TCG.
Pelúcias.
Colecionáveis.
Aplicativos.
Agora, mais uma vez, também nos jogos de tabuleiro.
Durante o Diversão Offline ficou evidente que Pokémon continua sendo um dos nomes que mais desperta curiosidade do público.
Muita gente parava apenas para observar o tabuleiro, perguntar como funcionava a captura dos monstrinhos ou simplesmente fotografar a caixa do jogo.
É o tipo de licença que praticamente se vende sozinha.
O Decora Games no tabuleiro
O Diversão Offline 2026 está mostrando que os jogos de mesa vivem um momento muito interessante.
Ao lado de RPGs complexos, eurogames e títulos independentes, também existe espaço para produtos capazes de aproximar novos jogadores do hobby.
O Monopoly Pokémon faz exatamente isso.
Ele pega uma marca conhecida mundialmente, mistura com uma das maiores franquias da história dos videogames e cria uma experiência que pode servir como porta de entrada para muita gente.
Se depender da movimentação que vimos no estande da Hasbro durante o evento, Pikachu e companhia ainda têm muito espaço para conquistar também as mesas dos boardgames.
E, sinceramente…
Difícil resistir quando a aventura começa jogando uma Poké Bola.





